The History Of Freestyle Music - Part 1

27/04/2016

    

O que é Freestyle?

Para responder a essa pergunta você terá que voltar até findos da era “Disco” no início dos anos 80. “Disco” era a música “pop”, tocada no final dos anos 70, sendo que uma das maiores estações de rádio dos EUA era a Disco 92 (WKTU-FM), em Nova York. A audiência principal da Disco 92 era composta principalmente de hispânicos e de italianos americanos. Quando a era “Disco” deixou de ser a febre do momento, no início dos anos 80, a WKTU necessitou alterar sua programação musical. Numa ação para reforçar seus índices de audiência, a WKTU mudou seu formato (e eventualmente as suas letras de chamada) para um formato pop mais convencional, e, ocasionalmente, para o “rock”. Outra estação de rádio circunvizinha a NY - a WXLO (99X) - também estava mudando seu formato. Em 1981, a 99X mudou para 98,7 KISS-FM, uma estação urbana cujo alvo era concorrer com a elevada audiência, pelo público afro-americano de Nova York, que possuia a WBLS. Em 1983, a WHTZ (Z100) foi ao ar para enfrentar a WPLJ, sendo destinada a atender o público predominantemente branco abandonado pela WKTU. Considerando todas essas mudanças ocorridas de estilo musical em suas grades de programação pelas estações de rádio, um grupo demográfico, formado pela enorme audiência hispânica em Nova York, passou despercebido. Assim, a maioria dos latinos optou pela KISS-FM e pela WBLS, que tocavam ocasionalmente músicas da era “Disco”. Contudo outros latinos encontraram uma alternativa para ouvir um som inovador que ora surgia. Eles optaram para o que chamamos de “underground” (música não comercial).

Em 1982, quando os artistas do Afrika Bambaataa e Soulsonic Force lançaram o "Planet Rock", um novo som nasceu. Alguns o chamavam de "hip-hop be-bop" ou “breakdancing music”. Enquanto a maioria dos clubes da vizinhança estava fechando suas portas para sempre, alguns clubes de Manhattan prosperavam de repente. Lugares como o Roxy, o Funhouse, a Broadway 96, Gothams West e Roseland, que tocavam esse novo som, estavam lotados. Gravações como "Play At Your Own Risk", do Planet Patrol, "One More Shot", do C-Bank, "Numbers", do Kraftwerk, "Al-Naafiyish (The Soul)", de Hashim e "I.O.U." por Freeze, se tornaram grandes sucessos em Nova York. Alguns produtores copiaram sabiamente o som e fizeram músicas mais melódicas.

  

Gravações como "I Remember What You Like", de Jenny Burton, e "Let The Music Play" e "Give Me Tonight", da cantora Shannon, tocavam em todas as rádios de Nova York. Muitos desses artistas se apresentaram na Funhouse e na Roseland, fazendo as pistas de dança lotarem. As pessoas que frequentavam essas pistas de dança eram jovens latinos, principalmente porto-riquenhos. Os DJs que tocavam tais músicas (Jellybean, Tony Torres, Raul Soto, Roman Ricardo, etc.) também eram hispânicos. No entanto, os artistas que se apresentavam nestes palcos cantando esse estilo não o eram, bem como, nem a maioria dos seus produtores.

Em breve ... "The History Of Freestyle Music" - Part 2

Créditos: Joey Gardner, Tommy Boy Music & Timber! Records

For more informations: http://music.hyperreal.org/library/history_of_freestyle.html

The History Of Freestyle Music - Part 2

27/04/2016

     

Quanto a predominância de não hispânicos nas produções e dos seus respectivos artistas, houve exceções. Em 1984, Nayobe lançou seu primeiro single chamado "Please Don't Go". Nayobe, uma “americana cubana”, tinha dezesseis anos de idade quando gravou este single. Ela foi descoberta por Andy Panda, que co-produziu e coescreveu a música "Please Don't Go", tornando-se um clássico instantâneo do clube e uma ponte entre os discos da cantora Shannon, que estavam inundando o mercado musical, e o som que se desenvolveu no ano seguinte – o “Latin Hip-Hop”. Isso também aconteceu com o remake do clássico "The Mexican", de Jellybean. O single que muitos consideram a primeira gravação latina deste estilo foi da cantora Lisa Lisa e Cult Jam, com "I Wonder If I Take You Home". A música foi originalmente assinada para a Personal Records em Nova York e não foi lançada nos EUA. Ela foi licenciada para a CBS Records na Inglaterra e se tornou um grande sucesso de importação. A resposta do álbum recebido pelos clubes que tocavam o “Latin Hip-Hop” levou a Columbia Records a escolher o single para o lançamento americano, que se tornou um hino para as garotas adolescentes. A canção alcançou a posição # 34 nas paradas Pop, em agosto de 1985, e Lisa Lisa tornou-se um modelo para jovens hispânicos em toda a cidade natal de Nova York.

Foi também em 1985 que foram descobertos três jovens adolescentes porto-riquenhos, chamados Tony, Kayel e Aby - “TKA”. Kayel veio para a Tommy Boy Records com demos de rap, que foram recusados pela gravadora. Considerando seus dons artísticos como cantor, Kayel fez uma apresentação em uma festa de dezesseis anos no porão de uma igreja, em East Harlem, quando então cantou "Scars of Love", uma canção escrita pelo próprio Kayel. A reação da multidão de adolescentes, em grande parte latina, foi enormemente satisfatória. Foi nessa festa que também se apresentaram os "Rascals" latinos - Tony Moran e Albert Cabrera, cujos nomes eram conhecidos pelo trabalho de edição das produções de Arthur Baker e John Robie e de seu D.J., nas estações WKTU e KISS-FM. 

Assim, o TKA gravou em estúdio a 1ª versão de "Scar Of Love". No verão daquele ano, o TKA começou conquistar seguidores em Nova York, tocando-a de graça onde quer que alguém permitisse, em eventos de emissoras de rádio e em concertos beneficentes. Este "boca a boca" finalmente chegou a gravadora Tommy Boy Records, que decidiu assinar com o grupo. A versão original desta canção foi retrabalhada e o TKA gravou, então, uma nova versão para ser o primeiro single do grupo.

Ao mesmo tempo, Andy Panda estava trabalhando em um novo grupo de meninas que ele imaginou como sendo uma versão latina do Supremes. O grupo era o The Cover Girls. Andy e os latinos Rascals produziram uma demo para o grupo e começaram a trabalhar em um show para as garotas. Da mesma forma, havia a procura por um grupo de garotos que os hispânicos pudessem admirar e se sentir representados.

Em breve ... "The History Of Frestyle Music" - Part 3 

Créditos: Joey Gardner, Tommy Boy Music & Timber! Records

For more Informations: http://music.hypereal.org/library/history_of_freestyle.html

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